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segunda-feira, 13 de abril de 2015

DF libera convocação de 30 pediatras e 131 técnicos de enfermagem

DF libera convocação de 30 pediatras e 131 técnicos de enfermagem

Também serão chamados 44 enfermeiros; medida foi anunciada pela web.Nº representa 26% dos 792 profissionais pedidos pela Secretaria de Saúde.

O governador Rodrigo Rollemberg anunciou em redes sociais no final da noite desta sexta-feira (10) ter autorizado a contratação de 30 pediatras, 44 enfermeiros e 131 técnicos aprovados em concurso para a rede pública de saúde do Distrito Federal. O número representa só 25,8% dos 792 profissionais pedidos à Governança pelo secretário João Batista de Sousa em substituição a demitidos e aposentados.
Por telefone, o chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, informou que o processo para convocação começa "imediatamente", já na segunda-feira. Ele disse também que não havia condições de atender ao pedido da secretaria para fazer as 792 contratações por causa das limitações com a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Ainda segundo Doyle, as quantidades de chamadas para pediatria, enfermagem e técnico em enfermagem correspondem, respectivamente, a 100%, 50% e 50% do autorizado para contratações nessa área ao longo do ano, conforme o orçamento.
O gestor também informou que a Secretaria de Saúde "recorreu", pedindo mais profissionais, e que o governador pediu à Governança para reavaliar na próxima semana a possibilidade de contratar mais profissionais. "Houve essa quase excepcionalidade para a Saúde diante da situação graves nos hospitais, especialmente pediatria, que tem tido muita demanda", declarou.
O número está ainda bastante abaixo do déficit no efetivo da Secretaria de Saúde. Um levantamento feito pela pasta aponta que seria necessário somar 7,9 mil profissionais aos 32,7 mil que já compõem o quadro para atingir a quantidade ideal de servidores. A rede, que tem 16 hospitais e cinco UPAs, realiza em média 44 consultas por minuto.
O cálculo foi feito com base em parâmetros da Organização Mundial da Saúde, do Ministério da Saúde e dos conselhos e associações da área. Sousa afirma acreditar que o número esteja "hiperestimado" e que o maior problema seja com a carência de médicos, que é de 2.242, e de técnicos, de 2.348.
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De acordo com o secretário, há menos cirurgias eletivas por falta de anestesistas e UTI fechadas por falta de intensivistas. Além disso, faltam pediatras, clínicos e técnicos de radiologia, enfermagem e laboratório. Entre os serviços mais impactados pela carência de profissionais estão ainda o pronto atendimento, emergências, Samu e atenção psicossocial.
Para contornar a situação, ele que pediu à Governança do DF – que reúne as secretarias de Planejamento, Fazenda e Gestão Administrativa, além da Casa Civil e da Procuradoria do DF, e monitora gastos do Executivo por causa da crise orçamentária – autorização para nomear 792 concursados em substituição a parte das 2 mil vagas disponíveis por aposentadoria, morte ou exoneração de servidores.
Além disso, o gestor disse estar identificando especialistas em cargos administrativos que possam voltar ao atendimento, checando se há vínculos empregatícios irregulares e terceirizando serviços. A ideia é desonerar a folha de pagamento, que consome 81% do orçamento da pasta, e otimizar as atividades enquanto não há possibilidades de convocar os aprovados no concurso realizado no ano passado. Não existe previsão de novas seleções para 2015.
A secretaria planeja, ainda, desenvolver novos modelos de gestão depois de encerrados os 180 dias do estado de emergência – declarado em 19 de janeiro pelo governador Rodrigo Rollemberg.
O Tribunal de Contas emitiu alerta ao chefe do Executivo comunicando que o DF ultrapassou o limite prudencial de gastos com pessoal em 2014. De acordo com o órgão, a capital do país gastou R$ 8,2 bilhões, enquanto o máximo é de R$ 8,1 bilhões. Quando isso acontece, o Estado fica submetido a várias proibições previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal, como conceder aumento aos servidores, reajustar salários, criar cargos e contratar hora extra.

 

 

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